CAMILLE SAINT-SAËNS (1835-1921)
Sonata n.1 for Violin and Piano in D minor Op.75
1. I Allegro Agitato - Adagio
2. II Allegretto moderato - Allegro molto

RICHARD STRAUSS (1864-1949)
Sonata for Violin and Piano in E Flat Major Op.18
3. I Allegro, ma non troppo
4. II Improvisation: Andante cantabile
5. III Finale: Andante - Allegro

 

Fanfare Magazine, Maria Nockin, Maio de 2013

"Os artistas Portugueses Bruno Monteiro e João Paulo Santos têm vindo a tornar-se conhecidos pelas suas interpretações apaixonadas de música para violino e piano. Neste CD tocam a Sonata N.º 1 em Ré Menor de Camille Saint-Saëns, Op. 75 e a Sonata em Mi Bemol Maior de Richard Strauss, Op. 18. Saint-Saëns compôs a sua primeira sonata para violino em 1885, quando estava a usufruir da plenitude da sua vida criativa. Os seus trabalhos subsequentes foram O Carnaval dos Animais e a sua terceira sinfonia. Ele dedicou a sonata a Franz Liszt e podemos ouvir algumas alusões às sonoridades de Liszt nela. Monteiro e Santos tocam os dois andamentos com convicção e estilo e fazem com que a música pareça muito mais simples do que realmente é. A comunicação entre eles é sempre instantânea, mas isso é, provavelmente, porque tocam muitas vezes juntos. Ocupam uma colocação sonora idêntica no disco, também, o que é importante para a concepção desta música. Tocam os ritmos complicados da primeira parte do segundo andamento com um estilo consumado. Apetece-nos procurar pequenas criaturas mágicas a dançar no tecto quando estamos a ouvi-la. Depois vem a secção mais complicada, mas tal nem sequer incomoda estes músicos. Eles nunca abrandam e manobram-na como se de um simples estudo se tratasse. Santos tem uma articulação maravilhosa e consegue manter cada nota separada, independentemente da rapidez com que toque. Monteiro tem um som de ouro polido e transmite muita intensidade emocional na sua forma de tocar. Midori e Robert McDonald tocaram esta peça no seu álbum Sonatas Francesas para Violino, em 2002. Também fizeram uma interpretação muito boa, mas o piano está ligeiramente mais à frente para o meu gosto. Gil Shaham e Gerhard Oppitz gravaram-na num estilo fantástico e com graça consumada em 1991, mas o som está um pouco desactualizado. A verdadeira concorrência aparece com a rendição de Joshua Bell e Jeremy Denk, em 2012, com a Sony Masterworks. Realmente capta o charme elusivo da música de Saint-Saëns. Richard Strauss escreveu esta sonata em 1887 e 1888 quando se apaixonou pela soprano que depois se tronaria sua mulher, Pauline de Ahna. Ele tinha apenas escrito música para o Romeo and Juliet de Shakespeare e em breve escreveria a inesquecível canção de arte, Breit über mein Kopf. Esta sonata tem três andamentos e começa com uma disposição sombria, que gradualmente se aligeira ao ponto de jubilação no final. O violino de Monteiro tem um som exuberante, particularmente no registo mais baixo. Ele e Santos transmitem sempre os encantos de música romântica como esta e quase se excedem um ao outro em termos de expressão emocional. Num lançamento de disco pela EMI em 2000, Sarah Chang e Wolfgang Sawallisch abordam de forma conservadora a música de Strauss e perdem a oportunidade de entusiasmar o ouvinte. Vadim Repin e Boris Beresovsky não se saem muito melhor na sua rendição de 2001 com a Elektra porque parecem perder muito do charme e do romance de Strauss. É imperativo felicitar Monteiro e Santos pela coragem de competir com outros bons artistas ao gravarem esta belíssima música. São necessárias várias versões da mesma para apreciar diferentes interpretações destas peças".

 

Fanfare Magazine, Lynn René Bayley, Maio de 2013

"Aqui, o jovem violinista Português Bruno Monteiro apresenta-nos um interessante emparelhamento das sonatas Francesas e Alemãs do Romantismo tardio com a sua agora já familiar combinação de som doce e amargo. Nunca há qualquer dúvida com Monteiro quanto à sua completa absorção musical do material ou quanto à paixão e à fluidez das suas performances, com o ocasional timbre afiado, mas, em geral, a sua sonoridade é mais doce aqui do que em alguns dos seus outros CD´s. Acabei por aceitar que Monteiro é o nosso Bronislaw Huberman dos tempos modernos, embora me pareça instrutivo explicar algumas das semelhanças e diferenças. Tal como Huberman, Monteiro toca tudo com uma intensidade latente e emprega portamento – menos do que Huberman, cujo estilo parecia construir-se em torno deste, mas mais do que a maioria dos violinistas modernos usam (de notar, particularmente, o andamento de abertura da sonata de Strauss). Monteiro, tal como Huberman, tem também um registo grave invulgarmente negro, quase do género da violeta, que eu considero tremendamente apelativo. Huberman toca muito com um som liso, apenas usando vibrato para as notas sustentadas, como os violinistas do século XVIII e início do século XIX, enquanto Monteiro recorre a um vibrato exuberante por toda a peça. Possivelmente devido a isso, falta a Monteiro algo com o qual eu fico feliz, que é a inclinação de Huberman para ocasionalmente arranhar o som (mais predominante nas suas transmissões de 1940 do que na suas gravações em estúdio do início). A Monteiro também falta as fabulosas passagens, o pizzicato e a técnica spiccatto (um crítico admiravelmente descreveu o spiccatto de Huberman como “quase perverso”), bem como a notável semelhança estilística com os violinistas ciganos. Mas, claro está, todos somos diferentes e se Monteiro soasse exactamente como Huberman a tendência seria de o rotular como imitador e não original, coisa que ele é sem sombra de dúvida. Além disso, a falta de uma técnica de arco semelhante à dos ciganos não é um detrimento, dado que eu sempre senti que esse seria o motivo para as ocasionais arranhadelas de Huberman nas cordas. Ambos os violinistas abordam a peça com um sentido não só do drama, mas como uma ocasião momentânea; contudo, Monteiro é mais moderado no seu som consistentemente fluído (como um fluxo interminável da primeira à última nota), enquanto Huberman não seria capaz de quebrar para enfatizar o drama com maior intensidade.
De entre as duas sonatas, eu sinto que Monteiro esteve ainda mais forte na de Strauss do que na de Saint-Saëns, evidenciando um drama tremendo e “construindo” a música até e para lá de picos emocionais. A este respeito, Monteiro fez-me lembrar outro violinista do passado, Toscha Seidel, companheiro-aluno de Heifetz nas aulas de Leopold Auer que foi, na verdade, a primeira escolha de Auer para enviar para a América (entretanto ele mudou de ideias e enviou Heifetz). Seidel também detinha um som escuro, do estilo da violeta, na verdade ainda mais negro do que o de Huberman ou o de Monteiro. Mas, enquanto ouvi Monteiro a tocar o Strauss, recordei-me das descrições sobre como Seidel tocava. Ele percorreria o palco para cima e para baixo como uma pantera, com a cabeça ligeiramente inclinada para baixo como se estivesse a ouvir-se intensamente a si mesmo, de tal forma embrenhado pelo seu violino como se o público não existisse. Não sei se o comportamento de Monteiro em palco será assim, mas foi essa a minha impressão, especialmente na sonata de Strauss.
No meu zelo para enaltecer Monteiro não posso deixar de referir a excelente prestação do pianista Santos, embora, para ser honesta, ele funciona primeiramente como um acompanhador, ocasionalmente apresentando-se como um participante no drama musical contínuo (especialmente no segundo andamento da de Strauss, momento em que ele é absolutamente maravilhoso), mas é essa a natureza do mundo de pianistas de hoje, não serem músicos demasiado marcantes. A qualidade do som deste disco é notavelmente natural, captando em pleno o som dos dois instrumentos com uma fidelidade impressionante".

 

Gramophone, Ivan March, Abril de 2013

O violinista português Monteiro ecoa o recente CD de Little

“Esta nova parelha de Bruno Monteiro com João Paulo Santos da Sonata para Violino de Strauss com a obra em Ré menor de Saint-Saëns permite uma fascinante comparação com o emparelhamento de Tasmin Little/Piers Lane de Strauss com Respighi, tão diferente no seu impulso avançado: Little e Lane tocam a Sonata de Strauss de uma forma comparativamente comedida, contudo ainda plena de sentimento emocional Romântico nos seus andamentos iniciais, seguidos de um final agitato. O seu estilo lírico calorosamente afectuoso, cheio de espontaneidade natural, relembra os próprios recitais de Strauss, com a sua esposa, Pauline. Esta delicadeza ansiosa de ímpeto, com os seus momentos de pura paião e virtuosidade, é bem diferente da abordagem de Monteiro, tão plena de entusiasmo e ousadia, ecoados pelo seu pianista e com tendência para arrebatar os seus ouvintes. Uma diferença semelhante é sentida no jogo dos emparelhamentos, igualmente tão diversos em caracter.
A Primeira Sonata para Violino de Saint-Saëns foi uma total surpresa para mim – conforme foi tocada aqui, bastante diferente dos Concertos para Piano. No seu tempo, Saint-Saëns era visto como o maior compositor francês; e, ao ouvir esta sonata de dois andamentos, com as suas secções externas poderosas e confiantes, pode compreender-se porquê e apreciar-se como é que os compatriotas do compositor ficavam tão desconcertados por uma composição tão compulsiva.
Mais uma vez, a diferença da alternativa de Little com a junção da Sonata para Violino rapsódica de Respighi e a encantadoramente leve Six Pieces é notável, especialmente quando são tão maravilhosamente tocadas, com total apoio de Lane. Assim, escolher entre os dois discos é difícil: ambos têm muitas virtudes".

 

Strings Magazine, Greg Cahill, Abril de 2013

“As duas obras de referência da era romântica apresentadas neste disco são como navios que passam na noite: a Sonata nº1 para violino e piano em ré menor Op.75 de Camille Saint-Saëns foi escrita em 1885, no auge criativo do compositor francês, enquanto a Sonata para violino e piano em Mi bemol maior, op. 18 de Richard Strauss, composta entre 1887 e 1888, é uma das primeiras peças de juventude do compositor alemão. Nas mãos do talentoso violinista Português Bruno Monteiro, acompanhado pelo igualmente dotado pianista João Paulo Santos, elas recebem uma leitura emocionalmente sensível, ricamente equilibrada, e lírica que capta toda a elegância, tempestuosidade, melancolia e poder que se pode encontrar nestas obras de câmara grandiosas. Monteiro traz um ambiente aconchegante, um som belo e cantado nestas gravações e capta o brilho radiante nas mais complexas emoções expressas nestas obras".

 

The Strad, Edward Bhesania, Março de 2013

"O violinista Português Bruno Monteiro concluiu os seus estudos em os EUA e este é o seu sétimo disco, após lançamentos de Grieg, Franck, Fauré, Respighi e Prokofieff, entre outros. A parelha das obras deste lançamento é interessante não só pelo seu contraste estilístico, mas também porque Saint-Saëns só chegou à sonata para violino aos 50 anos, enquanto a efervescente obra de Strauss data dos seus vinte. Tecnicamente tudo está presente e correto. (...) Monteiro responde melhor ao romantismo exacerbado da Sonata de Strauss, e a sua forma mais fluida ajuda a traçar os contornos da obra. Ele está claramente entusiasmado com o que deve ser uma das mais gratificantes melodias para violino, no segundo andamento. Monteiro tem um modo de tocar adequadamente ardente e heróico, mas a concorrência é forte - não menos que Sarah Chang e Tasmin Little - mesmo nesta obra raramente ouvida".

 

Classical.net, Brian Wigman, Fevereiro de 2013

"Há que valorizar a maravilhosa produção de música que aqui se encontra. Saint-Saëns e Strauss provavelmente afiguram-se como parceiros estranhos mesmo em disco, mas o programa é um argumento convincente de que a parceria resulta. Estes respeitados artistas Portugueses tocam com gosto e empenho e eu dei por mim entusiasmado com a música, de uma forma que a música de câmara – que surgiu tardiamente como um interesse meu – raramente me inspira.
As notas conferem a Saint-Saëns o crédito de trazer a música de câmara de volta à cena musical francesa e, assim sendo, temos muito por que estarmos gratos. Esta absolutamente deliciosa Sonata em Ré menor tem o refinamento de fábula daquele mestre Francês, num cenário de tal forma íntimo que somos levados a questionar-nos sobre o motivo pelo qual estas obras não são mais tocadas. Um guitarrista meu amigo chamou ao Ré menor a “mais triste tonalidade musical de toda a música” e enquanto eu normalmente concordo com essa apreciação, Saint-Saëns segue numa direcção diferente. É música melancólica, sem dúvida, mas com um sorriso. O primeiro andamento simplesmente seduz; desafio-vos a não gostarem dele. A animada dança de um segundo andamento permite que Santos e Monteiro se exibam, e a palavra de ordem é “diversão”. Faz-me lembrar o Carnaval dos Animais, o que, mais uma vez, torna a sua subexposição ainda mais desconcertante. O andamento final é muito, muito Francês – o que, neste contexto, é, indubitavelmente, uma coisa boa – e pura e simplesmente encanta. Tal como muito de Saint-Saëns, que não assume riscos musicais, mas, tomada por inteiro, é uma obra que vale a pena conhecer e adorar completamente.
Richard Strauss é certamente um compositor que correu riscos, apesar de as suas primeiras obras e as mais tardias serem consideravelmente mais brandas. Esta Sonata de dois andamentos é um dos primeiros trabalhos e um dos seus últimos de música de câmara antes de chocar o mundo com as suas óperas e os seus poemas sinfónicos. Também ela é encantadora, com um primeiro andamento ansioso e doce que até se poderia confundir com Brahms em algumas partes. Fiquei menos convencido com o segundo andamento, ao qual falta simplesmente contraste suficiente para com o primeiro (e contraste dentro do próprio andamento). Se sou menos entusiasta, quanto a ela como um todo, do que com a de Saint-Saëns, tal tem origem no fato de pura e simplesmente não se tratar de boa música. Santos e Monteiro acreditam claramente na obra e a sonata é preferível ao relativamente fraco concerto para violino do mesmo compositor, embora como um todo não seja a melhor escolha para uma sonata para violino.
Santos e Monteiro são dois artistas extraordinários. (…) Ainda assim, só por Saint-Saëns, este disco é algo a reter".

 

Jornal de Letras, Maria Augusta Gonçalves, Fevereiro de 2013

"As duas peças (Saint-Saëns/Strauss) testemunham a cumplicidade dos dois músicos- que somam mais de uma década de trabalho em conjunto -, o seu gosto pelo repertório romântico, o brilhantismo e a paixão com que o abordam. A gravação vem de 2007 – de perto de seis anos atrás -, mas não há mácula a apontar. Bruno Monteiro e João Paulo Santos, que, interpretam as obras em público, sobejamente, equilibram razão e emoção, entre as cores e a subtileza dos pormenores, que definem os ambientes de Saint- Saëns, e os grandes e eloquentes gestos de Strauss.
Depois de César Franck e de Gabriel Fauré, de Ernest Chausson e Eugene Ysaÿe, escolhidos para os discos anteriores, Saint- Saëns representa, de algum modo, o compositor francês que faltava (em disco) para que pudesse colocar Monteiro entre os intérpretes que melhor conhecem o repertório, a par do piano de João Paulo Santos. Ao mesmo tempo, a opção de Richard Strauss após Robert e Clara Schumann e Johannes Brahms, confirma a força emocional, o brilho e a clareza com que ambos enfrentam o repertório alemão".

 

MusicWeb International, Byzantion, Janeiro de 2013

"Duas distintas mas maravilhosas Sonatas para Violino estão unidas por este novo lançamento com a marca da Portuguesa CNM, quase pela primeira vez: a gravação do violinista Americano veterano Aaron Rosand com Seymour Lipkin para a Audiofon (72026) de 1990 pode muito bem ser a única outra. Esse disco também incluía a Sonata em Dó menor de Grieg, e durante algum tempo a gravação de Rosand provavelmente gozou de uma considerável presença no mercado tal como ele era então. Hoje em dia, existem muitas mais gravações disponíveis destas duas obras, claro, que este recital pelos Portugueses nativos Bruno Monteiro e João Paulo Santos poderá ter de lutar para encontrar uma posição firme. Por pura má sorte, terá de competir não só contra a nova gravação de Chandos da de Strauss (com obras de Respighi) por Tasmin Little e Piers Lane (CHAN 10749), mas também contra a de Saint-Saëns por Maria Bachmann e Adam Neiman (com Debussy e Franck) recentemente lançada pela Bridge (9394) – ela própria a surgir a alguns meses da largamente aclamada gravação de Joshua Bell e Jeremy Denk da de Saint-Saëns com Ravel e Franck. Por outras palavras, Monteiro, Paulo Santos e a CNM gostam certamente de desafios! (…) Mesmo assim, nem tudo está perdido: afinal de contas, o que importa é a música. Não há qualquer questão quanto à qualidade e ao largo apelo destas duas Sonatas e as interpretações em si são muito persuasivas. Monteiro é um dos melhores violinistas de Portugal e ele e Paulo Santos já tocam e gravam juntos muitas vezes, desenvolvendo uma comunicação de tal forma boa que se aproxima da telepatia. Monteiro atinge consistentemente um equilíbrio quase perfeito entre o expressivo e o intelectual, especialmente na obra-prima de Saint-Saëns. O seu som é quente mas nunca açucarado face aos gestos calmos do pianismo de Paulo Santos e enquanto duo oferecem, para todos aqueles que se possam ter esquecido de quão brilhante a Sonata em Ré Menor é, um lembrete insistente. Os dois já demonstraram uma afinidade pela música Francesa na sua gravação para a Centaur do Poème de Chausson e o seu concerto em Ré, o último interpretado com o Quarteto Lopes-Graça (CRC 3120). Por outro lado, o seu disco de Schumann lançado no ano passado, também pela Centaur, mostrou que eles também têm os recursos emocionais para enfrentarem o repertório Germânico; e assim se prova com a Sonata de Strauss, quase o seu último trabalho para música de câmara e um trabalho enganosamente exigente – técnica e psicologicamente – que concede a Monteiro e Paulo Santos uma hipótese para deslumbrarem. A qualidade do som é boa, o ambiente da igreja espaçoso e agradavelmente húmido".

 

Jornal de Notícias, Rui Branco, Dezembro de 2012

"Dupla particularmente produtiva em termos discográficos, que nos faz chagar agora duas Sonatas de Camille Saint-Saëns e Richard Strauss, respectivamente, paradigmáticas do repertório romântico. Uma vez mais, ressalta o virtuosismo do violino de Bruno Monteiro, de que as teclas do piano de João Paulo Santos são complemento perfeito. Para uma audição cuidada, e de preferência, repetida".

 

Musical Opinion, Eve Edwards, Dezembro de 2012

"Esta última gravação reforça a impressão feita pelo CD recente do violinista de música de Chausson e é inteligentemente escolhido para apelar aqueles que compraram o disco anterior. Muito bem gravado, estes artistas têm obviamente a música de câmara deste período perto de seus corações".

 

Musical Opinion, James Palmer

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"Ambas obras estão maravilhosamente bem tocadas aqui e otimamente gravadas com um balanço natural que é impressionante". (Saint-Saens/Strauss Sonatas para Violino e Piano)".